Araia preparava-se para lutar. Aquela seria sua última luta,
e precisava entreter o público o máximo que pudesse. Aquela noite, em
específico, estava mais bonita que o de costume.
A vista de dentro do coliseu não era algo bom. Era sempre a
mesma porção limitada de céu, rodeada por muitas pessoas que estavam sempre
observando seus movimentos. Mas, naquela noite, isso era tudo o que queria.
Mais do que nunca, desejou que todos ali mantivessem suas atenções focadas
unicamente nela. E assim começou o que seria a sua última batalha.
Os explosivos fabricados de maneira bastante improvisada já
estavam colocados estrategicamente nas colunas do sub-solo, que sustentavam as
arquibancadas do coliseu. E em questão de alguns minutos, tudo explodiria.
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