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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A segunda manhã

Chegou ao anoitecer e passou a noite ali, cuidando de seu cavalo. Saiu da estrada e entrou na pequena mata que havia ao lado, para não ficar no meio do caminho e para se esconder. Havia pessoas que não podiam saber que ele estava ali.
Seu destino não era a cidade e sim um ponto antes dela.
Ao raiar do dia, acordou com alguém chamando por seu nome. Levantou e saiu de sua pequena carruagem. Parada ao lado de fora estava a pessoa com quem deveria se encontrar: a Feiticeira Rósea.

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