Egnar [1], Egnar [2], Egnar [3]
- Afastem-se – disse Egnar à gladiadora e ao cão. – Isso aqui vai ficar um pouco feio.
- Afastem-se – disse Egnar à gladiadora e ao cão. – Isso aqui vai ficar um pouco feio.
- Vamos lutar juntos, Egnar – respondeu a gladiadora. – Não
cheguei aqui à toa. Quem são eles?
- Foram eles quem sabotaram o coliseu hoje.
- Agora sim que eu vou lutar mesmo – e, determinada, a
gladiadora sacou sua espada e ficou ao lado de Egnar.
Então, os vinte homens ficaram a postos para atacar. Quando o primeiro homem
ameaçou levantar o facão, ouviu-se um barulho repentino de vidro se quebrando e
o homem caiu com a cabeça sangrando, desmaiado.
- Vinte contra dois... Tem bastante gente. Será que há mais
espaço para mais dois entrarem na dança?
A voz vinha de trás, da porta do bar. Havia um homem de
média estatura e forte, aparentando embriaguez. Portava uma garrafa de vidro na
mão e parecia estar sozinho.
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