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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A quinta manhã

Os dias se passaram desde que o Protagonista e a Feiticeira Rósea se despediram.
- Ficar sozinho é uma merda - dizia o Protagonista enquanto viajava. - Por quanto tempo ainda terei de esperar?

E assim se passaram os dias do Protagonista.
Apesar de não ter parado no tempo e não ter parado de fazer suas coisas, viveu toda a sua vida à espera da Feiticeira Rósea, que havia morrido de uma doença incurável.
Ela falecera chamando pelo nome do Protagonista e desejando que estivesse bem.

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