Essa é uma poesia que escrevi quando viajei a Mucuri-BA, em outubro de 2009. Foi escrita no dia 13, às 17:26 (hora local).
O tato da natureza é o mato
Que a faz sentir quando nos aproximamos
Então ela nos vê no ato
Pegando coisas que nós matamos
Se enfurece então
E nos paga na mesma moeda
Ataca-nos com sua mão
E leva muitos à queda
Seu primeiro ataque foi silencioso
Aqueceu seu corpo com gases
Não deu resultado, ficou ocioso
Mas sua vingança ocorre em "fases"
Começou, então, a chorar
E a aumentar o oceano
Que saiu de seu lugar
E atacou o lar humano
Não vendo muitos resultados
Superpopulou a criação
De animais aliados:
"- Ao ataque por sua nação!"
De caramujos infectados a abelhas assassinas
A natureza tenta se proteger
Mas já assumia a sua ruína
Que um dia iria acontecer
É quando vem uma luz
Aquela cheia de esperanças
Pequenos humanos nus
Invadem a vizinhança
São eles quem consertarão
Esse mundo impetuoso
Que um dia já teve paixão
E era, de todos, o mais formoso
Inteligente, crítico, belíssimo.
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Excluirobrigado